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Aeroporto de Bonito, uma das portas de entrada ao Estado de turistas e viajantes; MS ganha novos voos e mais frequências para grandes centros graças à atuação da Fundtur-MS. (Foto: Edemir Rodrigues/Subcom/Arquivo)

Aeroporto de Bonito, uma das portas de entrada ao Estado de turistas e viajantes; MS ganha novos voos e mais frequências para grandes centros graças à atuação da Fundtur-MS. (Foto: Edemir Rodrigues/Subcom/Arquivo)

Após meses de negociação, Mato Grosso do Sul ganha novos voos regulares e extras, além de maior frequência de conexão para os principais destinos do país. Bonito, Campo Grande e Corumbá terão conectividade com cidades como Foz do Iguaçu (PR), Belo Horizonte (MG) e Porto Alegre (RS). A capital sul-mato-grossense também ganha mais horários de voos para São Paulo e Rio de Janeiro. Esta ação faz parte do programa de Captação de Voos instituído pela Fundtur-MS (Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul), que prevê um trabalho constante para ampliar o acesso aos principais destinos do Estado.

O governador Reinaldo Azambuja explica que o aumento de voos é resultado de negociação com as empresas e da política de incentivo fiscal estadual, que reduziu a alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do querosene como contrapartida para as companhias áreas aumentarem o número de operações no Estado. “Com essa redução de ICMS, ninguém é mais competitivo que a gente. Mato Grosso do Sul tem o menor índice do Brasil”, garante.

Ele ainda destaca que as ações do Governo têm o objetivo de alavancar o setor econômico. “Não estamos olhando para arrecadação. Eu prefiro muito mais ter um voo que vai aumentar o turismo e vai acabar movimentando a economia como um todo do que contar com uma certa quantia de ICMS”, justifica.

Para o diretor-presidente da Fundtur, Bruno Wendling, a captação de novos voos é uma das principais estratégias para o fomento do turismo. “O acesso a um destino, tanto aéreo quanto terrestre, é um dos pontos primordiais para o desenvolvimento do turismo. Por esse motivo, essa articulação para a captação e o aumento da frequência dos voos que já existiam começou fortemente no início do ano de 2018. O Governo do Estado, por meio da Fundtur e parceiros estiveram com duas das principais companhias aéreas brasileiras e algumas internacionais para negociar essa conquista”, ressalta Wendling.

Novos voos

Um dos destaques dos novos voos é Campo Grande – Foz do Iguaçu, que deixa mais perto dois dos maiores destinos de ecoturismo do mundo a partir de 20 de dezembro deste ano. Segundo o diretor-presidente, ligar Bonito a Foz era uma reivindicação antiga dos empresários do setor no Estado.

Destaque também para os voos diretos Campo Grande – Belo Horizonte, que entram em operação em 4 de fevereiro de 2019, Campo Grande – Porto Alegre, em operação a partir de 22 deste mês e Campo Grande – Rio de Janeiro a partir do dia 21 de dezembro, este último através do Aeroporto Internacional do Galeão, que é um dos principais portões de entrada internacional do Brasil.

Débora Bordin, da Fundtur-MS, e Paula Vitorino, da Subsecretaria de Comunicação

Zé Sérgio participa nesta quinta-feira do Cartão Verde. (Foto: Divulgação)

Zé Sérgio participa nesta quinta-feira do Cartão Verde. (Foto: Divulgação)

O Cartão Verde desta quinta-feira (22) recebe José Sérgio Presti, o Zé Sérgio, ex-jogador do São Paulo e atualmente treinador de categorias de base. Ele participa do programa que vai ao ar na TVE Cultura e pelo Portal da Educativa a partir das 21h30.

Nascido em 8 de março de 1957 e conhecido também por sei pai da medalhista olímpica Thaíssa Presti (medalhista de bronze no revezamento 4×100 em Pequim-2008). Nos gramados, surgiu a partir das categorias de base, sendo conhecido pela rapidez e habilidade. Em 1980, ano em que conquistou o Paulistão de 1980, foi eleito o melhor jogador do Brasil. Contudo, teve uma carreira marcada por várias contusões. Em 1984, foi para o Santos, onde foi campeão paulista.

Depois de se aposentar, apostou na carreira de treinador, começando pelo Kashiwa Reysol, do Japão. Dali, foi chamado para atuar nas categorias de base do Tricolor paulista, em 2003. No Sub-17, faturou em 2007 e 2008 o bicampeonato mundial na Espanha; chegando em 2012 ao Sub-20, de onde foi desligado após uma má campanha naquele ano. No mesmo ano, Zé Sérgio chegou á Ponte Preta, onde comandou o Sub-20 e chegou ao time principal, interinamente.

Assista – Apresentado por Vladir Lemos e com comentários de Celso Unzelte, Vitor Birner e do tricampeão mundial Roberto Rivellino, o Cartão Verde é uma produção da TV Cultura de São Paulo retransmitida por emissoras parceiras de todo o país, que há mais de 25 anos discute semanalmente novidades sobre o futebol nacional e mundial.

TVE Cultura transmite o Cartão Verde a partir das 21h30 para Mato Grosso do Sul. O programa também pode ser acompanhado no Portal da Educativa (na aba Assista a TV e no link Ao Vivo) e pela fan page da rede social 

Milton Cruz, reconhecido pela passagem como auxiliar técnico do São Paulo, participa do Cartão Verde nesta quinta. (Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net)

Milton Cruz, reconhecido pela passagem como auxiliar técnico do São Paulo, participa do Cartão Verde nesta quinta. (Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net)

Ex-atacante e atualmente treinador de futebol, Milton Cruz estará nesta quinta-feira (25) no Cartão Verde. O programa transmitido pela TVE Cultura e Portal da Educativa contará com o técnico, reconhecido pela passagem como auxiliar do São Paulo Futebol Clube, para fazer uma análise do panorama atual do futebol brasileiro e mundial.

Nascido em 1957 em Cubatão (SP), Milton estreou nas quatro linhas pelo Comercial de Santos (SP), ainda aos 13 anos. Contudo, foi pelo Tricolor paulista que começou a chamar a atenção: entrou em 1975 nos juvenis do São Paulo, onde foi artilheiro do Paulistão de aspirantes no ano seguinte. Foi o reserva imediato de Serginho Chulapa no clube.

Milton Cruz ainda jogou pelo Nacional do Uruguai, Internacional (RS), Botafogo, Sport Recife, Náutico, Tokyo Verdy e Kashima Antlers, antes de pendurar as chuteiras. Em 1997, tornou-se auxiliar técnico do São Paulo, oportunidade pela qual substituiu diversos treinadores. Em 2016, passou para a área de Análise de Desempenho do Tricolor, deixando o banco de reservas.

Em 24 de março daquele ano, decidiu se demitir do time –atitude que já vinha amadurecendo e só não havia tomado antes por conta da boa relação com o técnico Juan Carlos Osório, em 2015, e pela classificação para a Libertadores de 2016, quando comandou o time.

Atualmente sem clube, Cruz teve passagens pelo Náutico e, mais recentemente, pelo Figueirense.

Produzido pela TV Cultura de São Paulo e transmitido para o país em parceria com outras redes públicas de rádio e televisão –caso da TVE Cultura de Mato Grosso do Sul–, o Cartão Verde está há 25 anos no ar e, semanalmente, tem proporcionado um bate-papo agradável sobre o que rola nas quatro linhas. O programa conta com a apresentação de Vladir Lemos e comentários de Celso Unzelte, Vitor Birner e do tricampeão mundial Roberto Rivellino.

TVE Cultura transmite o Cartão Verde a partir das 21h30 para Mato Grosso do Sul. O programa também pode ser acompanhado no Portal da Educativa (na aba Assista a TV e no link Ao Vivo) e pela fan page da rede social Facebook.

Diego Aguirre foi jogador do São Paulo e, como treinador, é o atual líder do Brasileirão. (Foto: Divulgação)

Diego Aguirre foi jogador do São Paulo e, como treinador, é o atual líder do Brasileirão. (Foto: Divulgação)

O Cartão Verde desta quinta-feira (30) recebe o técnico Diego Aguirre, do São Paulo, atual líder do Campeonato Brasileiro. O programa que vai ao ar na TVE Cultura e no Portal da Educativa falará sobre a carreira e o atual momento de Aguirre no Tricolor, bem como fará uma análise sobre o futebol nacional e mundial.

Aguirre começou como jogador em 1985, no Liverpool do Uruguai. Um ano depois já defendia as cores do Peñarol, onde foi campeão uruguaio e, em 1987, da Libertadores. Seu futebol logo chamou a atenção de clubes brasileiros: ele atuou pelo Internacional, São Paulo e Portuguesa.

Como técnico, começou em 2002 no Plaza Colonia, do Uruguai, clube que revelou o zagueiro Diego Lugano. Em 2003, pelo Peñarol, foi campeão uruguaio, deixando o aurinegro no ano seguinte. Viveu altos e baixos no Aucas (Equador), Wanderers (Uruguai) e no Alianza Lima, assumindo a seleção uruguaia Sub-20 em 2008 e colaborando com Oscar Tabárez no time principal. Depois, ainda voltou ao Peñarol e passou pelo Al-Rayyan e Al-Gharafa (Catar), quando deu início a uma série de passagens por clubes brasileiros.

Em 2015 assumiu o Internacional, que conquistou o Campeonato Gaúcho e chegou às semifinais da Libertadores daquele ano. Em agosto, deixou o clube às vésperas de um Grenal. No mesmo ano, assumiu o Atlético Mineiro, onde permaneceu até meados de 2016 –quando foi para o San Lorenzo (Argentina), onde ficou por pouco mais de um ano.

Em março deste ano assumiu o São Paulo em substituição a Dorival Júnior, com contrato até o fim do ano. Ele é o 14º jogador com passagem pelo Tricolor a assumir o comando do time e o 15º estrangeiro (sendo o quinto uruguaio).

Produção da TV Cultura de São Paulo e veiculado por emissoras parceiras em todo o país, como a TVE Cultura de Mato Grosso do Sul, o Cartão Verde está há 25 anos no ar, sendo apresentado por Vladir Lemos, que analisa notícias e as novidades do futebol nacional e mundial ao lado dos comentaristas Celso Unzelte, Vitor Birner e do tricampeão mundial Roberto Rivelino.

O programa pode ser acompanhado também pelo Portal da Educativa (na aba Assista a TV) e pela fan page no Facebook.

A arrecadação do ICMS sobre o gás natural transportado da Bolívia para São Paulo, que é a principal fonte de receita do imposto de Mato Grosso do Sul, caiu da média mensal de R$ 80 milhões, no ano passado, para R$ 38 milhões, em janeiro. Esse é um dos fatores que merece atenção neste início de ano e aumenta a necessidade de ações por parte do Governo Estadual para manter o equilíbrio fiscal obtido até agora.

Com a queda motivada pela redução da compra do combustível por parte de São Paulo, o percentual sobre o total arrecadado com o ICMS caiu da média mensal de 18% para apenas 5% em janeiro. “Numa condição dessas, o Estado tem que atuar em várias frentes para se antecipar diante das dificuldades que estão pela frente”, disse o secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica (Segov), Eduardo Riedel, durante entrevista aos veículos da Rede Record, nesta terça-feira (14).

Na pauta, a reforma administrativa que deverá ser enviada para a Assembleia Legislativa na próxima semana. O pacote traz adequações como a redução de secretarias, o corte de servidores comissionados e a Lei do Teto de Gastos para o Executivo. “Vamos fazer junção de funções e otimizar estruturas, priorizando a eficiência. É uma realidade que se impõe, um dever de casa do Governo diante do cenário de crise”, avalia o secretário Riedel. “Aumentar a qualidade e a eficiência dos serviços cortando despesas tem se tornado um mantra pra nós”, completou.

O secretário lembrou que as medidas duras e impopulares tomadas pelo governador no início do mandato, com a tributação sobre os supérfluos, foram fator que ajudou a garantir não só o equilíbrio fiscal como o cenário atrativo do Estado. Mato Grosso do Sul é atualmente o quinto Estado mais competitivo do País e tem a maior carteira de investimentos privados, um volume que chegou a R$ 36 milhões no ano passado. “Precisamos criar uma agenda de competitividade para dar confiança à iniciativa privada, garantindo estímulo para a industrialização e o incremento da agropecuária. O Estado gera diretrizes e quem gera desenvolvimento é a iniciativa privada”, destacou.

Quanto à Lei de Teto de gastos, o secretário explicou que ela vai garantir que o Estado não gaste mais do que seu aumento de receita. Algo que parece óbvio, mas não é, uma vez que muitos governantes não observam essa regra. “Ninguém quer o Estado com problemas como hoje têm Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul. Não queremos e não vamos deixar isso acontecer. E para isso algumas medidas tem que ser duras”, finalizou.

As medidas programadas pelo Governo Estadual associam ações de curto prazo e outras mais estruturantes, de longo prazo. “Estamos preocupados, mas confiantes, do mesmo modo como já passamos os difíceis momentos de 2015 e 2016”, finalizou.

Rosane Amadori – Assessoria de Imprensa Segov