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14 de junho de 2024 - 05:43

MS 42 anos: conhecer a arte é saber da história

Muitos artistas fizeram a história das artes plásticas de Mato Grosso do Sul. E nas obras, de acordo com a crítica de arte e professora doutora Maria Adélia Menegazzo, é importante enfatizar a variedade de assuntos e de linguagens (ainda que a pintura seja a mais frequente) que deram conta de estabelecer uma identidade visual para MS no  momento da criação do Estado (1977).

A professora destaca ainda que diversos artistas se ocuparam da identidade cultural do Estado nas décadas seguintes a divisão do Mato Grosso. E para conhece-los, nada melhor que frequentar as temporadas do MARCO (Museu de Arte Contemporânea) e a Galeria Wega Nery, no Centro Cultural Octavio Guizzo, que expõem obras de artistas locais e de outras regiões do país, bem como as galerias do SESC Cultura e a Morada dos Baís.

No acervo do MARCO e na Fundação de Cultura do Estado é possível encontrar obras de artistas que marcaram as artes plásticas e atuaram antes e depois da divisão do Estado, como: Beto Lima (com intensa produção, apesar do falecimento precoce, é considerado um dos mais profícuos pintores sul-mato-grossenses); Henrique Spengler, Jorapimo, Óvini Rosmarinus, Paulo Rigotti, Nelly Martins, Vânia Pereira e Wega Nery.

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Também veremos obras de nomes importantes do movimento moderno e contemporâneo como Lúcia Barbosa, Áurea Katsuren, Ana Ruas, Ana Carla Zahran, Thetis Sellingard, Lu Sant’ana, Genésio Fernandes, Carlos Nunes, José Nantes, Irani Brum, Bucker, Heron Zanata, Miska, Ovini, Edson Castro (corumbaense com projeção internacional), Priscilla Pessoa e Júlio Cabral. Na fotografia destacam-se os nomes de Elis Regina Nogueira, Wagner Thomaz e Rachid Waqued.

A cultura tradicional do Estado é, sem dúvida, uma mistura de várias contribuições das muitas imigrações ocorridas em seu território e também é marcada pelos costumes indígenas. Por isto é fundamental destacar as diversas produções de artesanato, algumas delas tombadas como patrimônios imateriais, como a Viola de Cocho, a cerâmica terena, o artesanato Kadiwéu e os bugres de Conceição.

Theresa Hilcar, Subsecretaria de Comunicação (Subcom)

Foto: Arquivo/Subcom

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