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Institucional

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18 de junho de 2024 - 11:30

Com calor de 40 °C, Papai Noel de Bonito visita bairros levando alegria para crianças carentes

Foto: Kemila Pellin

Ser Papai Noel não é lá uma tarefa muito fácil. Precisa ler centenas de milhares de cartinhas, passar o ano preparando presentes e em dezembro, ainda encarar um calorão de quase 40 °C para ouvir de perto os pedidos e exigências dos pequenos. E olha que é cada coisa! Mas o Bom Velhinho garante que não há no mundo, trabalho mais recompensante do que este. “O sorriso e o brilho nos olhos, que entregam a criança escondida até mesmo nos mais velhos, isso não tem preço”, afirma Arthemis Leoni, 53, que há dois anos, encara o desafio de levar esperança e alegria as crianças bonitenses.

Com a barba branca, que vem sendo cuidada há meses, a roupa e o gorro vermelho e até mesmo as botas pretas, o Papai Noel de Bonito ignora as temperaturas elevadas e incorpora o personagem, andando de bairro em bairro, com ajuda de um grupo de voluntários, para proporcionar um momento de lazer para comunidades carentes. “A magia do Natal não se resume a entregar presentes por aí. O Papai Noel é mais do que simplesmente bens materiais. Na verdade as crianças se encantam tanto com a nossa chegada que eles querem primeiro matar a curiosidade, abraçar, brincar. Eles sorriem com a alma sabe e a gente percebe a aquela felicidade nos olhar deles, de quem nunca deixou de acreditar no Bom Velhinho”, conta Arthemis.

Foto: Divulgação

O paranaense de nascimento, mas agora bonitense de coração, conta que o projeto surgiu há 18 anos, ainda em Curitiba e de lá para cá, ele nunca mais conseguiu passar um ano sem se envolver, seja ajudando na construção do Papai Noel, ou incorporando o personagem. “Aqui em Bonito é o segundo ano que eu faço, porque na verdade a cidade já tem o seu Papai Noel, que é o Lizandro, que infelizmente precisou se afastar por motivos de saúde, mas nós acreditamos na recuperação dele e inclusive pedimos permissão para assumir o cargo até que ele possa voltar”, afirma.

Ainda segundo ele, a figura do Bom Velhinho carrega uma grande responsabilidade. “Acho que o primeiro quesito para alguém interpretar o Papai Noel é ter empatia. As crianças correm quando o veem e querem encontrar nele tudo que elas sempre imaginaram. Tem noção de quanta magia carrega esse personagem. Você não pode simplesmente querer assumir esse papel sem ter consciência da responsabilidade social que ele tem”.

Desde o início do mês, Arthemis e seu grupo tem visitado vários bairros da cidade e algumas instituições, como o Asilo São José. Como neste ano as doações de brinquedos ficaram mais restritas, devido a instabilidade financeira que o país tem passado, o projeto se focou em proporcionar momentos de alegria e diversão para criançada. “A gente pretende percorrer algo em torno de 20 bairros até o Natal e não teríamos como comprar brinquedos para todas as crianças, então optamos por pedir ajuda para montarmos lanches para eles, com cachorro quente, pipoca, essas coisas que eles adoram e pula-pula ou coisa do tipo. A gente monta tudo e eu passo o Papai Noel dedica a eles o que tem de melhor, o seu tempo e carinho”, acrescenta Arthemiz.

Foto: Kemila Pellin
Sem o saco de presentes, Papai Noel de Bonito prefere contar histórias e convencer os ‘marmanjos’ de que Ele é real (Foto: Kemila Pellin)
Ninão é fiel companheiro do Noel bonitense, que leva o Bom Velhinho até as crianças mais carentes (Foto: Divulgação)
Foto: Kemila Pellin

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