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4 de março de 2024 - 00:31

Nova Ferroeste prevê melhor competitividade e diminuição de custos de exportações de MS

Com o lançamento do edital de leilão da Nova Ferroeste, linha férrea vai ligar Maracaju ao Porto de Paranaguá, com um ramal também em Santa Catarina, a expectativa é de crescimento da competitividade dos produtos exportados por Mato Grosso do Sul, abrindo mercados tanto pelo litoral paranaense, como também para Santos (SP) e São Francisco do Sul (SC).

Em visita aos estúdios da Fundação Luiz Chagas de Rádio e TV Educativa, a deputada federal Tereza Cristina (PP) explicou a importância estratégica da Nova Ferroreste,  modal que já tem potencial de ser o segundo maior corredor de grãos e contêineres refrigerados do País.

“A Nova Ferroeste deve escoar grande parte das exportações sul-mato-grossenses, atualmente na vanguarda da produção de grãos e proteína animal. Por ela ganharemos uma nova porta de acesso a portos estratégicos em São Paulo, Paraná e Santa Catarina. O custo total do transporte cairá substancialmente quando a ferrovia estiver em operação. Com isso, nosso Estado ganha em competitividade no mercado internacional”, avaliou a ex-ministra de Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Mato Grosso do Sul escoa 40% da produção pelo Porto de Paranaguá. Estas mercadorias poderão ser transportadas em um futuro próximo pela Nova Ferroeste e com um custo até 30% menor. Os cálculos foram feitos pelo secretário de Estado da Produção, Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck, que representou o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, no lançamento, no Palácio Iguaçu, da consulta ao edital de leilão da Nova Ferroeste, no dia de ontem (21).

A linha férrea vai ligar Maracaju, em Mato Grosso do Sul, ao Porto de Paranaguá, com um ramal também em Santa Catarina, impactando diretamente 67 municípios, sendo oito em Mato Grosso do Sul. Somente no Estado serão 333 quilômetros de ferrovia com investimentos previstos de quase R$ 5 bilhões.

Secretário de Produção Jaime Verruck participou do lançamento do edital em Curitiba

A contraprestação mínima, o chamado lance inicial segundo o edital, será de R$ 110 milhões, valor que será revertido integralmente para a Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A., administradora do atual trecho em operação. “Este é apenas o valor da cessão onerosa da Ferroeste. Quem vencer a licitação fará os investimentos necessários na ferrovia, que serão de R$ 35 bilhões, sendo R$ 5 bilhões somente dentro do Mato Grosso do Sul”, explicou Verruck.

O secretário destacou que a partir da divulgação do documento há um intervalo para receber contribuições da sociedade, o que vai até 15 de julho. A publicação oficial do projeto só acontecerá com a emissão da Licença Prévia Ambiental, prevista para o segundo semestre. É o que permite o pregão na Bolsa de Valores (B3). A previsão é que a concorrência para a iniciativa privada ocorra ainda no segundo semestre deste ano. O acordo é válido por 99 anos.

O investidor privado que arrematar a ferrovia será responsável pela construção do trecho completo, de 1.567 quilômetros, incluindo os ramais entre Foz do Iguaçu/Cascavel, Chapecó/Cascavel e Dourados/Maracaju. Porém, como forma de atrair mais investidores para o leilão, a cessão onerosa da Nova Ferroeste será subdividida em cinco contratos, sendo quatro de autorização e um de adesão.na solenidade de lançamento do edital da Nova Ferroeste.

Com informações de Rosana Siqueira, da Subcom e da AEN/PR

Fotos – Kelly Ventorim, Laine Breda e Agência de Notícias do Paraná (AEN)

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