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2 de março de 2024 - 09:57

Minuto da Saúde: crianças que “trocam letras” ao falar merecem atenção de especialistas

Fonoaudióloga Ana Kelly Martinez afirmou no Bom Dia Campo Grande que avaliação de crianças de 0 a 5 anos com o problema também pode identificar limitações auditivas
Minuto da Saúde abordou problema enfrentado por crianças que trocam letras ao falar. (Foto: WikiHow/Reprodução)
Minuto da Saúde abordou problema enfrentado por crianças que trocam letras ao falar. (Foto: WikiHow/Reprodução)

As crianças desenvolvem os mecanismos de fala até os 5 anos de idade, por isso, fenômenos como a troca de letras precisam ser observados e acompanhados por especialistas. O alerta partiu da fonoaudióloga Ana Kelly Martinez, que nesta quarta-feira (22) participou do quadro Minuto da Saúde do Bom Dia Campo Grande.

Na Educativa 104.7 FM, a especialista respondeu à pergunta de Fernanda Amaral, moradora da Mata do Jacinto e que tem um filho que completará 6 anos em agosto. Segundo ela, a criança ainda troca o “R” pelo “L” ao articular as palavras –a exemplo do que faz o personagem Cebolinha, da Turma da Mônica–, o que levou a mãe a questionar se esta é uma situação normal.

“É importante buscar um especialista, sim, porque o final da definição da linguagem da criança ocorre aos 5 anos. É importante procurar uma fonoaudióloga, a troca de letras não é esperada mais nesta faixa etária”, advertiu Ana Kelly. A preocupação, segundo ela, não é simplesmente com a linguagem: o acompanhamento médico neste caso serve para identificar se a criança tem algum problema de audição que a faz interpretar errado certos sons. “Isso pode se refletir no período de alfabetização”.

Nesse sentido, a fonoaudióloga orienta os pais a observar quando é necessário levar a criança a um profissional da sua especialidade ou a um otorrinolaringologista –neste caso, se houver problemas de respiração ou se ela não responde a sons mais intensos. “O fonoaudiólogo vai observar se a criança não adquire determinados sons. Existe toda uma etapa que a criança tem de seguir para aquisição de fonemas”, pontuou.

Ana Kelly explica que a criança costuma aprender a se comunicar por imitação, assim, tomar cuidado na forma com a qual se conversa com ela evitará problemas. “É importante dar um bom modelo de fala para a criança”, disse, considerando “a pior coisa que se pode fazer” o hábito, por gracejo, de falar errado junto com a criança.

“Não se deve reforçar esse erro, fale que está errado, dê o modelo correto para ela aprender a articular o fonema na faixa etária dela da forma correta”, afirmou.

Chupeta

O uso constante da chupeta também foi criticado pela fonoaudióloga. “Se a criança, na faixa etária de 0 a 5 anos, usar muito a chupeta, vai mudar a estrutura anatômica da boca e pode alterar a estrutura de desenvolvimento da fala. A chupeta é nociva nesse aspecto”, alertou, apontando a “língua presa” ao falar entre os problemas decorrentes.

O ideal, na opinião da fonoaudióloga, é permitir o uso da chupeta o mínimo possível. “Não se deve usar fora da hora de induzir o sono. É comum ver criança com a chupeta na boca o tempo inteiro”, afirmou.

O Minuto da Saúde é um dos quadros do Bom Dia Campo Grande que, diariamente, ouve especialistas sobre assuntos diversos –no Minuto do Consumidor (às segundas-feiras), Seus Direitos (terças, quando se abordam os Direitos Trabalhistas e Previdenciários), Minuto da Saúde (quartas), Minuto do Trabalhador (quintas, abordando temas do mercado de trabalho) e as Tech Dicas (sextas-feiras, quando se abordam assuntos de informática e tecnologias). Os ouvintes podem mandar suas dúvidas para nossos especialistas, por meio de mensagem de texto ou de voz, para o WhatsApp (67) 9-9333-1047.

Sintonize – Com produção de Rose Rodrigues e Alisson Ishy e apresentação de Maristela Cantadori e Anderson Barão, o Bom Dia Campo Grande permite aos ouvintes começarem o dia sempre bem informados, por meio de um noticiário completo, blocos temáticos e entrevistas sobre assuntos variados. O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 7h às 8h30, na Educativa 104.7 FM e pelo Portal da Educativa.

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