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18 de junho de 2024 - 22:15

Fertel é tema de pesquisas universitárias em Campo Grande

Acadêmicos dos cursos de Audiovisual da UFMS e de Jornalismo da Uniderp entrevistam o diretor-presidente Bosco Martins para saber mais da história e objetivos das emissoras públicas de MS
Luan, Helena, Bosco Martins, Eduarda e Daniel, após entrevista. (Foto: Iasmin Biolo/Fertel)
Luan, Helena, Bosco Martins, Eduarda e Daniel, após entrevista. (Foto: Iasmin Biolo/Fertel)

A Fertel (Fundação Luiz Chagas de Rádio e TV Educativa de Mato Grosso do Sul) se tornou material de estudo de duas universidades de Campo Grande. Nesta sexta-feira (24), o diretor-presidente da fundação, o jornalista Bosco Martins, recebeu acadêmicos do curso de Audiovisual da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e de Jornalismo da Uniderp (Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal) para falar um pouco sobre a história, objetivos e metas da TV pública.

Os estudantes da UFMS colheram depoimentos de Bosco para o trabalho de pesquisa “Mapeamento dos Sistemas de Comunicação de Campo Grande”, da disciplina “Sistemas de Comunicação”. Sob orientação da professora Suzana Cunha Lopes, os estudantes Eduarda Eugênia Zanato de Santana, Helena Cueva Andrade, Daniel Felipe Duarte de Souza e Luan Teixeira Sampaio buscaram informações sobre o funcionamento e a estrutura das empresas de comunicação da Capital no campo do Audiovisual.

Durante a entrevista, os acadêmicos ouviram do diretor-presidente informações sobre a história do sistema público de comunicação sul-mato-grossense, com as diferentes etapas desde sua implantação até o início da produção regional na atual TVE Cultura, sua expansão para o interior e, mais recentemente, a digitalização; bem como pontuou diferenças entre o sistema privado e o público –no qual a programação é pautada pelo seu cunho cultural e educacional.

“Nesse sentido somos parceiros da TV Cultura de São Paulo em uma grade nacional, que tem a segunda melhor programação do mundo conforme pesquisa encomendada pela BBC”, pontuou Bosco, explicando que a TVE Cultura vem gradativamente aumentando seu leque de produções locais, da qual já fazem parte programas como o Giro do Esporte, Panorama MS, Spoiler, Dona Música e outros.

Há 14 anos na Fertel, Bosco também falou com os estudantes sobre o futuro da comunicação, pautado pelo advento de plataformas alicerçadas pela internet –como o streaming e o acesso a programação no sistema on demand. “O mundo das comunicações vive um momento de ruptura com a globalização, que representou um baque nos modelos antigos. Por isso vivemos uma renovação nas telecomunicações mundiais”, afirmou.

Na sequência, Bosco recebeu o acadêmico David Fernandes, de Jornalismo da Uniderp, que realiza um trabalho sobre a história das TVs em Campo Grande. Sua pesquisa tratou da TVE Cultura, sendo reforçado que, graças ao seu caráter educativo, a corrida pela audiência não envolve atrações que seguem um mesmo padrão nas coirmãs privadas, e sim com conteúdos que retratem segmentos da sociedade, eventos e atividades nem sempre retratados no circuito comercial.

Fernandes e Bosco Martins. (Foto: Humberto Marques)
Fernandes e Bosco Martins. (Foto: Humberto Marques)

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