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13 de julho de 2024 - 14:26

Três Lagoas foi o município brasileiro que mais gerou postos de trabalho em 2016

O município de Três Lagoas apresentou melhor resultado na geração de empregos formais, com carteira de trabalho assinada, no acumulado de janeiro a dezembro de 2016. Os dados são do ranking do emprego extraído do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Ao todo foram 3.506 novos postos de trabalho em Três Lagoas, seguido de Campo Redondo (RN) com 1.990 e Juazeiro (BA): 1.956.

Mato Grosso do Sul também foi um dos que menos sofreu com a crise no período e ficou com o segundo melhor resultado no ranking nacional, atrás apenas de Roraima – que registrou a criação de 84 vagas no mercado de trabalho formal. Na comparação dos estoques de emprego em dezembro de 2015 e 2016, Mato Grosso do Sul teve a menor perda dos postos de trabalho de 0,22%. Em todo o Brasil, as demissões superaram as contratações em 1,32 milhão de postos de trabalho.

Apesar da retração de 1.123 postos de trabalho ao longo do ano, o estado ficou com o segundo melhor resultado no ranking do emprego. De janeiro a dezembro de 2016, foram contratadas 235.129 pessoas no estado e desligados 236.252 empregados. Em dezembro de 2016, Mato Grosso do Sul teve 7.797 mais demissões do que contratações. Foram contratadas 12.382 pessoas e contra 20.179 desligamentos. Apesar disso, os resultados apontando para uma recuperação, se comparados aos de 2015.

Municípios de Mato Grosso do Sul

Os dez municípios sul-mato-grossenses que mais geraram postos de trabalho formal e os dez que tiveram maior retração, de janeiro a dezembro de 2016, foram:

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Mais empregos

Os subsetores que tiveram maior capacidade de geração de empregos formais no acumulado de janeiro a dezembro de 2016 foram: construção civil (1.931 novas vagas), agropecuária (1.201 novas vagas), serviços médicos, odontológicos e veterinários (776 novas vagas), indústria de produtos alimentícios (430 novas vagas), serviços industriais e de utilidade pública (421 novas vagas), comércio atacadista (139 novas vagas) e indústria de material elétrico e comunicações (106 novas vagas).

Com relação aos subsetores que registraram melhores resultados em dezembro estão a indústria material elétrico e comunicações (44 vagas a mais) e indústria mecânica (25 vagas a mais). O comércio mostrou sinais de desaceleração, com destruição de 872 vagas de trabalho no comércio varejista. Contudo, há uma tendência de recuperação do setor a partir de setembro de 2016.

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Queda

No acumulado dos últimos 12 meses até dezembro de 2016, Mato Grosso do Sul apresentou a extinção de 2.422 empregos formais. Não houve criação de novas vagas com carteira assinada em dezembro em nenhum dos grandes setores econômicos. Os números foram: nos serviços (2.917 empregos a menos), na agropecuária (1.918 empregos a menos), na indústria (1.043 empregos a menos), no comércio (988 empregos a menos) e na construção civil (931 empregos a menos).

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Na indústria, os piores resultados em dezembro de 2016 foram: alimentícia (293 vagas a menos) e química (204 vagas a menos). No acumulado dos últimos 12 meses, há uma tendência de recuperação do setor iniciada em novembro de 2015, mas que ainda apresenta no acumulado dos últimos 12 meses uma destruição de 947 vagas. Para a construção civil houve reversão nos resultados acumulados, que agora apresentam criação de vagas de 1.931 de janeiro a dezembro de 2016.

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Texto: Diana Gaúna – Subcom

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