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14 de junho de 2024 - 04:36

Oficina de artesanato que ocupa reeducandas da Capital recebe doações para confecção das peças

O objetivo da exposição é divulgar o trabalho artesanal produzido no interior das unidades penais de regime fechado de Campo Grande
O objetivo da exposição é divulgar o trabalho artesanal produzido no interior das unidades penais de regime fechado de Campo Grande

Nas mãos das reeducandas do Estabelecimento Penal Feminino “Irmã Irma Zorzi” (EPFIIZ), na Capital, a confecção de peças de artesanatos está em ritmo acelerado, já que falta cerca de um mês para a Feira Artesão Livre – Edição de Natal. Para aumentar ainda mais as produções, a unidade penal recebeu a doação de 29 novelos de barbantes da 50ª Promotoria de Justiça.

A campanha de arrecadação dos materiais para o artesanato foi organizada pela promotora de Justiça, Renata Ruth Fernandes Goya Marinho. Por meio de técnicas de costura, tricô, crochê e bordado, são confeccionadas pelas detentas peças variadas como colchas, jogos de banheiro, tapetes, panos de prato, almofadas, entre outros. Cada peça é fruto de muita criatividade, talento e capricho.

Internas utilizam diversas técnicas manuais para a confecção dos artesanatos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Segundo a diretora do EPFIIZ, Mari Jane Boleti Carrilho, a iniciativa representa não só uma ocupação produtiva que contribui com a rotina de disciplina na unidade penal, mas também traz uma nova perspectiva de vida para as reeducandas, pois serve para que se aprimorem nas práticas ou mesmo aprendam uma nova profissão.

Exposição

A sétima edição da Feira Artesão Livre será realizada em dezembro no Fórum de Campo Grande, por meio da parceria entre a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), Ministério Público, Poder Judiciário e Conselho da Comunidade.

O objetivo da exposição é divulgar o trabalho artesanal produzido no interior das unidades penais de regime fechado de Campo Grande, bem como realizar a comercialização, valorizando o esforço da pessoa encarcerada em sua recuperação para o retorno ao convívio social. Toda a renda dos trabalhos é revertida ao próprio custodiado e a sua família.

O projeto cumpre vários objetivos, entre eles, o de expor à sociedade um dos trabalhos laborais existentes no sistema penitenciário do estado, que possibilita ao custodiado desenvolver habilidades manuais, além do vislumbre de uma profissão digna e geradora de renda.

Tatyane Santinoni – Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen)

Foto: Divulgação

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