plan cul gratuit - plan cul toulouse - voyance gratuite amour

Estoque baixo de leite materno no HU é risco a prematuros

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on telegram

Campo Grande (MS) – Com estoque baixo, o banco de leite do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian, em Campo Grande, tem sofrido para atender a demanda de bebês prematuros internados na instituição.

Atualmente 16 bebês prematuros necessitam do leite ou fórmula. São necessários de dois a três litros por dia. O Hospital, porém, consegue abastecer as internações com apenas um litro diário.

A pandemia da Covid-19 impactou as doações de leite humano em Mato Grosso do Sul. Dados da Secretaria de Estado de Saúde apontam que os estoques dos bancos de leite diminuíram quase 20% desde 2019 e isto pode prejudicar o atendimento aos recém-nascidos e prematuros internados nas UTIs do Estado.

Mato Grosso do Sul conta atualmente com cinco bancos de Leite Humano, sendo quatro unidades em Campo Grande e um em Dourados. Para se tornarem doadoras as mães interessadas precisam entrar em contato com um banco de Leite.

O cadastro é feito por uma equipe do Banco que vai até a residência da doadora, onde ensina os cuidados com a coleta e confere os exames pré-natais. Se por algum motivo a mãe não tiver os exames em mãos, ela será submetida a testes rápidos que podem diagnosticar determinadas doenças.

Caso seja aprovada, a mãe já terá seu endereço incluído na rota para recolhimento do leite. Em geral, as exigências para ser doadora são comprovação do acompanhamento pré-natal e que a mãe esteja amamentando seu bebê.

Agendamentos para doação

Banco de Leite Humano do Hospital Universitário de Campo Grande – (67) 3345-3027

Banco de Leite Humano do Hospital Regional de Campo Grande – (67) 3378-2715

Banco de Leite Humano da Santa Casa de Campo Grande – (67) 3322-4174

Banco de Leite Humano da Maternidade Cândido Mariano – (67) 3041-4735

Banco de Leite Humano do Hospital Universitário de Dourados – (67) 3410-3002

Confira a reportagem de Elza Recaldes:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *