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Balanço da eleição no Jornal do Rádio destaca celeridade da apuração

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Em pouco mais de duas horas a votação no estado estava totalmente apurada

 

Nesta segunda-feira pós-eleições, o Jornal do Rádio com Joel Silva e Lívia Machado trouxeram as principais informações do começo do dia e também do primeiro turno das eleições. Participou com os apresentadores o juiz eleitoral David de Oliveira Gomes Filho, que atuou durante todo o período eleitoral.

Ao contrário dos anos anteriores, em que o número de prisões em todo o Mato Grosso do Sul era bem elevado, foram registradas apenas nove prisões de candidatos. “Tenho 17 anos como magistrado, e este foi o mais tranquilo. Em todo o estado a votação aconteceu sem grandes problemas”, disse o juiz. Ele destaca também o trabalho ágil do Tribunal Regional Eleitoral de MS em todo o estado, que possibilitou resposta rápida aos problemas pontuais e garantiu à população conhecer rapidamente os eleitos .

No estado, 103 urnas apresentaram algum problema, sendo 45 só em Campo Grande. “É preciso compreender que os trabalhos anteriores não são perdidos”, lembra o juiz. Cada urna possui três módulos internos de registro da votação e, em caso de substituição de urnas, eles são inseridos na nova urna e a votação continua de onde parou.

Um problema enfrentado por alguns eleitores foi o voto ter sido exercido por outra pessoa. “O que pode ter acontecido é o eleitor ter assinado no livro da seção em campo destinado a outro votante ou alguém da mesa ter digitado no terminal do mesário o registro eleitoral de outra pessoa. Todas foram falhas humanas, e sempre estamos sujeitos a situações como esta”, explica David.

Campo Grande é a única cidade do estado que vai passar por um segundo turno de votações. O juiz pede tranquilidade aos candidatos. “Não vamos transformar o pleito numa terra sem lei. Aos eleitores, vamos pensar e refletir bastante”, diz.

Denúncias

Durante o período eleitoral, a Justiça recebeu muitas denúncias pelos canais disponibilizados à população, mas foi necessário um filtro para diferenciar as representações válidas daquelas falsas. “As denúncias recebidas foram filtradas e concentramos esforços naquelas que mais condiziam com a realidade”, pontuou o magistrado. Atuação intensificada da Justiça Eleitoral garantiu também redução das irregularidades que “pelos fins justificam os meios”.

Praticamente todos os registros eleitorais foram julgados, porém, isso não significa que novas denúncias possam ser recebidas pela Justiça Eleitora, podendo inviabilizar a diplomação dos eleitos ontem. David diz que “compra de voto, boca de urna e outras irregularidades ainda podem ser denunciadas, cassando o eleito antes mesmo de assumir”.

Quoeficiente eleitoral para vereador

Nem sempre os mais votados entre os candidatos a vereador são também os eleitos. A legislação brasileira garante representatividade dos partidos por meio do quoeficiente eleitoral. Durante a entrevista, David explicou que, de certa forma, os candidatos participam de duas disputas: uma para garantir votos dos eleitores e, ao mesmo tempo, concorrerem dentro da própria legenda.

A partir do número de votos que cada coligação obteve é gerado em relação ao universo de votos um quoeficiente eleitoral, que é um mínimo que cada vereador de coligação precisa obter para ser eleito pelo partido, criando de certa forma uma concorrência dentro das legendas.

 

Thiago Frison

 

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