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Reinaldo participa de encontro sobre sustentabilidade e turismo no Pantanal

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Além do encontro entre as autoridades, também estão previstas a realização de atividades culturais como a festa do laço comprido, evento tradicional na região e a exposição de projetos de conservação em fauna e flora que ajudam na conservação e divulgação do bioma

O governador Reinaldo Azambuja participa, neste sábado, 15, em Miranda, de encontro que debaterá a sustentabilidade e o turismo no Pantanal. O encontro, que tem o apoio do Governo do Estado, é iniciativa do Instituto SOS Pantanal, será realizado no Refúgio Ecológico Caiman, a partir das 8h30.a. O ministro do Turismo, Marx Beltrão, e o ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, foram convidados. Os organizadores do evento ainda aguardam confirmação da presença dos ministros.

Além do governador Reinaldo Azambuja, participa também o governador Pedro Taques, de Mato Grosso, e secretários estaduais de MS e MT das áreas de desenvolvimento, meio ambiente e turismo.

De acordo com o Instituto SOS Pantanal, o objetivo do encontro, intitulado “Futuro do Turismo e Iniciativas à Sustentabilidade do Pantanal”, é chamar atenção para importância social e ambiental do bioma Pantanal: “Futuro do Turismo e Iniciativas à Sustentabilidade do Pantanal”.

Considerado Patrimônio Nacional pela Constituição Federal em 1988 e Patrimônio natural da Humanidade pela Unesco em 2000, o Pantanal é a maior área úmida alagada do planeta. Nesta região rica em diversidade biológica, social e cultural, conciliar atividades econômicas e promover a conservação da biodiversidade por meio de práticas sustentáveis é um desafio constante.

O Instituto SOS Pantanal tem se preocupado com o contexto atual, que coloca o Bioma Pantanal como a nova fronteira agrícola dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O desmatamento e a instalação de práticas agropecuárias inadequadas podem deixar a região vulnerável.

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(Foto: Reprodução – Vista aérea do refúgio Caiman, no pantanal sul-mato-grossense

Roberto Klabin, presidente do Instituto SOS Pantanal alerta. “Se a ocupação do uso do solo e a cobertura vegetal da Bacia do Alto Paraguai (BAP) for feita de forma inadequada poderá haver a perda da qualidade ambiental, além de, aos poucos, inviabilizar a nascentes atividades turística na região. Neste contexto a sociedade brasileira pode escolher se quer deixar o Pantanal se descaracterizar em virtude de práticas inadequadas de ocupação do solo, como o desmatamento, por exemplo ou, pode mostrar para as autoridades estaduais e federais que a região mais bonita do mundo pode diversificar a sua economia, investindo em atividades alternativas, como o turismo e a valoração dos serviços ecossistêmicos”, acrescenta o presidente da Instituição.

Felipe Augusto Dias, diretor executivo do Instituto SOS Pantanal acredita que o encontro promoverá o protagonismo da sociedade perante a realidade ambiental e social no Pantanal, a fim de construir uma agenda positiva a favor de políticas públicas voltadas para conservação do bioma.

“ O desafio da região Pantaneira está em estabelecer programas integrados de desenvolvimento sustentável de acordo com as suas peculiaridades culturais, relevância ambiental e dinâmica socioeconômica. Portanto, acreditamos que é necessário planejar e implantar as estratégias para reduzir os impactos previstos e aumentar a capacidade de adaptação regional às mudanças climáticas”, afirma o diretor executivo.

Além do encontro entre as autoridades, também estão previstas a realização de atividades culturais como a festa do laço comprido, evento tradicional na região e a exposição de projetos de conservação em fauna e flora que ajudam na conservação e divulgação do bioma. Todas as atividades que tem objetivo de sensibilizar e promover o diálogo para construção de um Pantanal Sustentável.

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