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Porto Murtinho é um dos cenários do filme documentário “Rota Bioceânica: povos e natureza”

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Diante desse cenário real, o filme “Rota Bioceânica: povos e natureza” vem sendo planejado desde 2018 pela equipe do Instituto Mamede de Pesquisa Ambiental e Ecoturismo e parceiros

Como retratar tanta beleza natural e cultural de um território, numa linguagem que permita a interface poética, informativa e educativa? E se esse lugar fosse tão rico de história e singular como a fronteira Brasil/Paraguai e que logo cederá espaço para um corredor rodoviário de integração entre vários países latino-americanos?

Da esquerda para a direita: Marinete Pinheiro, Simone Mamede, Elis Regina Nogueira e Maristela Benites

Diante desse cenário real, o filme “Rota Bioceânica: povos e natureza” vem sendo planejado desde 2018 pela equipe do Instituto Mamede de Pesquisa Ambiental e Ecoturismo e parceiros. Idealizado pelas pesquisadoras Simone Mamede, Maristela Benites e a cineasta Marinete Pinheiro, o documentário tem o propósito de despertar o olhar para a integração dos patrimônios cultural, histórico e natural no território da Rota Bioceânica com a perspectiva da sustentabilidade socioambiental.

O time, liderado por mulheres e composto por biólogas, turismóloga, cineasta e a fotógrafa/filmaker Elis Regina Nogueira, deu início à execução do projeto em janeiro de 2021 na forma de documentário sobre a Rota Bioceânica, com enfoque à riqueza natural e cultural dessa região tão peculiar da América do Sul que se desenha nos países Brasil, Paraguai, Argentina e Chile. A primeira parte da pesquisa e captação de imagens do filme “Rota Bioceânica Povos e Natureza” aconteceu na primeira semana de janeiro na região do Chaco, envolvendo Porto Murtinho, Isla Margarita e Carmelo Peralta – região de fronteira Brasil/Paraguai. Agora elas se preparam para a extensão do percurso, ou seja, filmar todo o trajeto Brasil-Chile ainda em 2021.

As pesquisadoras Simone Mamede e Maristela Benites conduzem o processo de narrativa na obra audiovisual e incluem a diversidade natural, a partir de pesquisas sobre a biodiversidade local desenvolvidas desde 2002.

De acordo com Simone Mamede, “o trabalho protagoniza o que temos de mais rico, a vida que pulsa na travessia de importantes biomas como Cerrado, Chaco, Pantanal, Floresta, Deserto andino e tantos outros pelo caminho que nos revelam o que há de mais belo na diversidade e na integração de povos com a essência da natureza”.

A cineasta Marinete Pinheiro aborda que é “um desafio encantador imergir nas veias da América do Sul e descrevê-la através do cinema. Essa Rota, que pretende fazer uma conexão entre quatro países detentores de expressiva riqueza, seja pelas histórias de seus povos, seja pela beleza das paisagens, clima, sensações, enfim, pode descortinar um dos caminhos mais interessantes e encantadores das Américas e queremos registrar em imagens e sons”.

Maristela Benites afirma que saberes alimentados pela natureza e que esta, por sua vez, forja os distintos saberes podem ser vivenciados ao longo dessa Rota e a expressão que pode traduzir é “beleza na diversidade socioambiental”. Por isso, a responsabilidade de todos em projetar grandes obras de infraestrutura à luz da verdadeira sustentabilidade, uma vez que toda essa sociobiodiversidade é revestida de fragilidades e facilmente pode se perder.

“Participar desse projeto tem sido uma experiência única na minha vida. Uma oportunidade incrível de olhar, contemplar e registrar a exuberância das paisagens e da natureza, a riqueza da cultura e a força dos povos que cuidam com amor e coragem da sua sagrada Mãe Terra”, afirma Elis Regina Nogueira.

Rumo aos Andes – Rota vai promover a integração física, social, econômica e cultural

A Rota Bioceânica já é uma realidade, seja no imaginário dos que a aguardam, seja no avanço das obras que a concretizam. “Temos percebido a cada trajetória que os elementos que unem os povos deste território são: o pertencimento e os elementos da biodiversidade local que compartilham, seja o rio, as serras, as plantas, a paisagem, a cultura, a vida. Agora, acrescenta-se uma ponte e uma estrada que, ao mesmo tempo, cortarão os territórios trazendo impactos, mas que poderão aproximar mais ainda as comunidades, impondo desafios e possibilidades para construção de territórios sustentáveis com justiça social e ambiental”.

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No momento, o projeto busca financiamento para sua segunda etapa, vez que a primeira etapa teve apoio logístico do Instituto Mamede e investimento pessoal das realizadoras, e a Rota compreende um percurso de mais de 2 mil km de extensão, com previsão de mais de um mês de viagem para captação das imagens necessárias à narrativa do documentário.

Para quem tem interesse apoiar o projeto ou saber mais informações, contato: whats: +55 67 9 99615708. Instituto Mamede de Pesquisa Ambiental e Ecoturismo.

 

(Fotos: Elis Regina Nogueira)

Fonte: Setur – Texto publicado pelo site portomurtinhonoticias.com.br

 

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