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Programa inédito de combate biológico da dengue avança na Capital

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Um projeto inédito, desenvolvido em algumas cidades do país, tem em Campo Grande um de seus polos básicos de implantação. O combate biológico do vírus que provoca doenças como a dengue, a chikungunya, a febre amarela e a zika tem como princípio uma bactéria denominada wolbachia.

A wolbachia impede que o vírus patogênico se desenvolva no mosquito aedes aegypti (transmissor da dengue). Na primeira fase do projeto, que resulta da parceria entre o Ministério da Saúde, o World Mosquito Program (WMP Brasil), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Prefeitura de Campo Grande e o Governo de Mato Grosso do Sul, dez bairros da Capital vão receber pouco mais de 118 mil insetos denominados de wolbitos. Esses mosquitos vão se reproduzir com os mosquitos de campo, e vão gerar aedes aegypti com as mesmas características dos wolbitos.

A meta é que todos os bairros de Campo Grande recebam os wolbitos, cumprindo uma projeção de autoridades da saúde de ocorrer uma redução de 80 a 90% dos casos de dengue nos próximos dois anos. Em 2019, em plena epidemia da doença, a cidade chegou a registrar uma média de nove mil casos de dengue por mês.

Confira os detalhes no Informe da Educativa:

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