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Trio apresenta releituras de clássicos do rock e da música regional no espaço ‘Capim Guiné’ nesta sexta-feira

A banda traz versões mais alternativas de músicas já conhecidas do público além do trabalho autoral para completar um show diferente e único, em uma fusão do regional com a MPB mesclados com muito rock and roll
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Em uma nova roupagem onde quebra paradigmas, o trio formados pelos músicos G.Ribeiro, Cabelo e Lobão, rompe conceitos musicais definidos em sucessos dos Beatles, Raul Seixas, Tom Zé, além de clássicos da música regional como Grupo Acaba e Geraldo Espíndola, em releituras exclusivas que prometem surpreender o público nesta sexta-feira (11) no espaço cultural, Bar Capim Guiné, à partir das 20h30.

Compositor, violonista e percussionista, G.Ribeiro

“Esse projeto que executamos no Capim Guiné traz versões mais alternativas de bandas e músicas já conhecidas do público e claro, apresentamos nosso trabalho autoral para completar um show diferente e único, em uma fusão do regional com a MPB mesclados com muito rock and roll. Algo que as pessoas não estão acostumadas a ouvir”, revela G.Ribeiro.

Músico de longa data, o violonista e percussionista Geraldo Ribeiro (hoje, G.Ribeiro) juntamente com Antônio Porto (contrabaixo), Pedro Ortale (violão), Lenilde Ramos (sanfona), Cacá (bateria) e Celso Cordeiro (flauta), formaram em 1982 o grupo Poranguetê.

O Poranguetê foi a primeira banda campo-grandense a se apresentar no Circo Voador, no Rio de Janeiro, no dia 22 de julho de 1982. A apresentação fez parte do projeto “show-baile”, promovido as sextas-feiras pelo Circo Voador, época quando surgiram bandas como Barão Vermelho, Titãs, Paralamas, Legião Urbana. O objetivo era dar oportunidade para grupos do interior do Brasil.

Em 2002 G. Ribeiro lança seu disco solo intitulado ‘Mentira e Ficção’, onde resgata pérolas, como “Cotoco de Vela” e “Ervilha”, de sua autoria, “Rabo de Arara”, de Lenilde Ramos e Joel Pizzini e “Devolvam meu Bandera”, de Bosco Martins, gravado no projeto ‘Matogrosso do Som’.

“Geraldão das Ervilhas é uma das cabeças pensantes mais instigantes que conheci. Sua música é de uma inteligência irônica e alucinada. Seus shows, ele nunca toca igual, sempre nos surpreende com um arranjo diferente. Um compositor de uma criatividade que extrapola os limites da boa música. Ele é único na poesia som que executa”, enfatiza o jornalista e amigo, Bosco Martins, que tem uma composição de sua autoria na voz e percussão de G.Ribeiro.

Gosta de boa música e não tem compromisso para noite de hoje? Fica a dica do PortalE para esta sexta-feira que celebra a nossa pluralidade musical. O espaço cultural Bar Capim Guiné fica localizado em frente à Lagoa Itatiaia no bairro Tiradentes. O show começa á partir da 20h30.

 

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