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21 de julho de 2024 - 05:52

Sinal analógico será desligado nesta terça-feira; TVE Cultura já transmite no digital

Bosco Martins concedeu entrevista ao programa O Povo na TV para falar da migração para a TV digital e o trabalho realizado pela Fertel. (Foto: Maurício Borges)
Bosco Martins concedeu entrevista ao programa O Povo na TV para falar da migração para a TV digital e o trabalho realizado pela Fertel. (Foto: Maurício Borges)

Nesta terça-feira (14), o sinal analógico será desligado na região de Campo Grande e Terenos. Assim, a TV aberta só poderá ser sintonizada por quem tiver televisores novos ou tiver instalado um conversor digital em seus aparelhos antigos. Isso também exige que as emissoras finalizem a transição, algo já realizado pela TVE Cultura, que também encaminhou várias novidades que vão intensificar o uso do sistema para fins de entretenimento, cultura e, principalmente, educação.

“Amanhã o Marco Regulatório deverá ser cumprido por todas as emissoras abertas: Globo, Record, SBT e outras. Para sintonizar o canal, quem já tiver um aparelho preparado para a TV digital ou um conversor instalado precisará apenas colocar um ‘.1’ no número que usa para o assistir”, explicou Bosco Martins, diretor-presidente da Fertel (Fundação Luiz Chagas de Rádio e TV Educativa de Mato Grosso do Sul), que nesta segunda-feira (13) foi convidado pelo apresentador Tatá Marques, do programa O Povo na TV (SBT), para falar sobre a transição do analógico para o digital.

Desde sexta-feira (10), o sinal digital da rede pública de televisão sul-mato-grossense está disponível para os campo-grandenses, representando mais qualidade de som e imagem. No sábado (11), a Fertel antecipou seu cronograma e também ativou o sinal digital em Dourados –o que só aconteceria em novembro. Na Capital, a TVE Cultura Digital pode ser sintonizada no canal 4.1. Em Dourados, o canal é o 13.1.

“Trata-se da transição da TV pública, que é verdadeiramente da população, para um meio mais moderno, a fim de transmitir cultura e educação para os sul-mato-grossenses”, destacou Bosco, reforçando que a TVE Cultura não é uma concorrente das coirmãs, já que sua produção e programação é pautada, sobretudo, no conteúdo regional, abrindo oportunidades para produtores culturais, artistas e a própria sociedade se verem e serem acompanhados. O próprio Tatá afirmou que “a TVE Cultura tem uma programação maravilhosa”.

Bosco Martins explicou que, desde 2015, discute-se uso da multiprogramação na TVE Cultura para ações educacionais. (Foto: Maurício Borges)
Bosco Martins explicou que, desde 2015, discute-se uso da multiprogramação na TVE Cultura para ações educacionais. (Foto: Maurício Borges)

O programa Seja Digital (http://www.sejadigital.com.br), que distribui receptores de TV a participantes de programas sociais, já entregou mais de 100 mil aparelhos na região da Capital e Terenos. Faltam, porém, cerca de 15 mil a serem distribuídos pelo programa.

Educação

O diretor-presidente também reforçou outra mudança prestes a ocorrer nas próximas semanas, quando o sinal da TVE Cultura passará a ser transmitido pelo satélite StarOne C2, usado pelas principais emissoras brasileiras. “Vamos chegar a 24 milhões de lares em todo o Mercosul, levando nossa programação a 70 milhões de pessoas por este sinal, bem como outros projetos já em andamento”, pontuou.

Bosco Martins explicou que em 2015, quando a TVE Cultura deixou de repetir a TV Brasil e passou a transmitir parte da programação da TV Cultura de São Paulo, também começou a ser discutir com a TV paulista as oportunidades que a adoção do sinal digital abriria, como o uso da multiprogramação –as transmissões simultâneas por um mesmo canal– com fins educacionais.

“Em São Paulo, a Fundação Padre Anchieta, mantenedora da TV Cultura, veicula a TV Univesp (Universidade Virtual de São Paulo), com a divulgação de cursos via EaD (Ensino à Distância). Aqui podemos fazer a Universidade Virtual de Mato Grosso do Sul, podendo ainda estabelecer parcerias com as Universidades Federais de Mato Grosso do Sul e da Grande Dourados, com a Universidade Estadual e outras instituições. Isso fará a Fertel cumprir diretamente seu papel cultural e educacional”, destacou Bosco, que trata do tema com Marco Mendonça, presidente da TV Cultura, e outros integrantes do corpo técnico da emissora paulista.

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