Semana tem novas rodas de conversa sobre questões do distanciamento social

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Nos dias 24 e 25 de junho novos encontros virtuais abordam assuntos relacionados ao distanciamento social. Os eventos fazem parte do projeto QuarenTema e são desenvolvidos por profissionais da área de saúde mental da UFMS.

As rodas de conversa são abertas à comunidade e os interessados podem se inscrever neste link..

“Atravessamentos e travessias no período de distanciamento social: repercussões da pandemia na vida dos acadêmicos”
Data: 24 de junho, quarta-feira
Horário: 14h, horário de MS
Mediadora: Marianna de Francisco Amorim, psicóloga da Cidade Universitária  
Convidada: Carolline Mara Veloso Rangel, psicóloga

“A ideia é que os estudantes possam compartilhar suas experiências sobre como tem sido esse período de isolamento social. Os ‘atravessamentos’ desse momento, ansiedades, medos, angústias, e quais as ‘travessias’ possíveis, os caminhos que cada um tem percorrido”, informou a mediadora Marianna de Francisco Amorim.

Carolline Mara Veloso Rangel é psicóloga, mestre e doutoranda pela Universidade de São Paulo. Especialista em Psicologia Hospitalar pelo Conselho Federal de Psicologia. Desenvolve atividades de assistência, preceptoria e supervisão no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCFMRP-USP). Atende também em clínica particular.

“Cuidados no uso de psicofármacos em tempos de distanciamento social”
Data: 25 de junho, quinta-feira
Horário: 18h, horário de MS
Mediadoras: Carla F. Graetz Perinotto e Maria Auxiliadora Vieira Dias Rodrigues, psicólogas do Campus de Três Lagoas
Convidado: Lucas Gazarini, professor da UFMS

“Sabemos que o isolamento social traz uma série de consequencias para a saúde mental das pessoas e até por pesquisas recentes sabemos que tem um aumento significativo na procura por psicofármacos. Por isso achamos interessante conversar sobre o assunto que é complexo. O uso dos psicofármacos necessita de avaliação e acompanhamento médico, mas muitas vezes as pessoas procuram de forma indiscriminada, realizando automedicação, ignorando ou até desconhecendo os perigos de se fazer isso. O intuito é promover um debate, uma troca de experiências entre os participantes”, explicou a mediadora Carla F. Graetz Perinotto.

Lucas Gazarini é professor do curso de Medicina, graduado em Farmácia com habilitação em Análises Clínicas pela Universidade Estadual de Maringá, mestre e doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Farmacologia, com ênfase em neuropsicofarmacologia, pela Universidade Federal de Santa Catarina.

Texto: Ariane Comineti – com entrevista por Bárbara de Menezes da Rádio Educativa UFMS 99,9

FONTE: UFMS

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