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23 de julho de 2024 - 04:38

Recorrência de sífilis na Capital alerta para prevenção e tratamento

A recorrência de casos de sífilis congênita, que é quando a mãe passa a bactéria para o filho recém-nascido, tem sido um sinal de alerta em Campo Grande. Somente entre janeiro e junho deste ano, 200 gestantes tiveram o diagnóstico de sífilis no município e 23 crianças foram identificadas com a variação congênita da doença, normalmente resultante da falta de tratamento ou a realização inadequada deste por parte da mãe.

Oferecido gratuitamente na rede municipal de saúde, o tratamento contra a sífilis tem o acesso facilitado pela população e pode evitar graves sequelas em bebês filhos de mulheres que foram contaminadas pela bactéria.

Ao não realizar o tratamento, a gestante pode estar suscetível a um parto prematuro, malformação do feto e até ao óbito da criança ao nascer. Com o objetivo de evitar o crescimento de casos assim, o serviço de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) realiza ações constantes para diagnóstico precoce da doença, e orientação sobre os riscos.

Em Campo Grande foi estabelecido um fluxo para o tratamento dessas crianças, e, para isso, ainda no hospital é necessário a realização de alguns exames no bebê, como hemogramas, radiografias de ossos longos e punção lombar, além da carga viral.

Casos

Em 2022 Campo Grande registrou 1.650 novos diagnósticos da doença. Neste ano, até junho, o número já ultrapassa os 800 novos casos. Em geral, o tratamento é feito através do uso de penicilina, mas também há outros medicamentos que são utilizados de acordo com cada caso.

Saiba mais sobre prevenção e tratamento na reportagem de Nádia Nicolau para o Jornal da Educativa:

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