plan cul gratuit - plan cul toulouse - voyance gratuite amour

Pedro Kemp: “Vamos construir a cidade que sonhamos. Uma cidade bem cuidada no centro e nos bairros”.

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on telegram

Pedro Kemp ( PT)- PEDRO CESAR KEMP GONÇALVES 

 É candidato a Prefeitura de Campo Grande pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Sua vice é a assistente social Eloisa Castro Berro (PT)
Tem 58 anos, é  casado com Nancineide Cácia da Silva Gonçalves e tem dois filhos (Isabela e  Pedro).  É professor, psicólogo, escritor e mestre em Educação . É deputado estadual pelo PT em seu sexto mandato. Nasceu em Presidente Prudente-SP.  Em 1983, passou a residir em Campo Grande – MS, onde concluiu sua formação acadêmica, graduando-se em Psicologia (licenciatura e bacharelado), especializou-se em Psicologia Social e fez mestrado em Educação. Atuou no movimento estudantil, como presidente do Centro Acadêmico de Psicologia e, ainda enquanto estudante, realizou um trabalho de educação popular, alfabetização de adultos e formação de lideranças na favela do bairro Tiradentes, na periferia da Capital.

Em 1985, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores, por se identificar com seu projeto.  Em 1988, atuou como psicólogo em uma escola voltada para o atendimento de crianças e adolescentes em situação de rua – a Escola Alternativa – experiência que o levou a atuar no Centro de Defesa da Cidadania e dos Direitos Humanos, entidade que presidiu por duas gestões. Também atuou como membro do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (SINTRAE); Delegado do Conselho Regional de Psicologia – 6ª Região, Vice-presidente do Sindicato dos Psicólogos de MS; e Presidente do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores de Campo Grande. Também foi na década de 90, que Pedro foi eleito vereador, o mais votado do PT.

No mesmo ano, assumiu a Coordenação Diocesana da Campanha da Fraternidade da Arquidiocese de Campo Grande. Realizou a criação do Fórum do Mandato, um espaço destinado a participação popular na discussão de propostas para sua atuação no parlamento e prestação de contas do seu trabalho. Em 1998, na chapa encabeçada por Zeca do PT, Pedro Kemp saiu candidato a deputado estadual pela segunda vez, ocupando a 1ª suplência.No ano seguinte, Kemp assumiu a Secretaria de Estado de Educação, desenvolvendo um projeto inovador com a proposta denominada Escola Guaicuru: com a implantação da Constituinte Escolar, a Educação de Jovens e Adultos, a Política de Educação Inclusiva, o Projeto Bolsa Escola, a Educação Escolar Indígena, a Telematrícula e a descentralização da merenda escolar.

Como deputado, é autor de leis como a que garante a cota para negros na UEMS; obrigatoriedade do acesso dos paciente ao prontuário médico; isenção da taxa de concurso para desempregados; licença-maternidade de seis meses para servidoras públicas; criação do Parque Estadual do Prosa, que garante proteção ambiental; combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes; combate à discriminação da mulher no mercado de trabalho e ao assédio moral nas repartições públicas, entre outras. O seu mandato é porta-voz das lutas pela Educação, pela Saúde, pelos direitos sociais, pelos servidores públicos, trabalhadores, contra as injustiças e pela igualdade.

  • Porque quer ser prefeito de Campo Grande?

Pedro Kemp: Vamos juntos construir a cidade que sonhamos. Uma cidade bem cuidada no centro e nos bairros. Uma cidade que faça a nossa gente feliz, com saúde de qualidade, educação infantil para todas as nossas crianças, transporte público eficiente, plano de emergência para gerar empregos e se desenvolver, segurança inteligente e integrada, moradia digna, direitos sociais, proteção ao meio ambiente e respeito à diversidade. Um caminho novo e seguro para a nossa gente. Ao lado da nossa vice,  Eloisa, vamos trabalhar muito. Eloisa é competente. Assistente social, professora universitária, foi secretária de Trabalho, Assistência Social e Economia Solidária no governo Zeca do PT. Foi a primeira coordenadora geral e responsável pela implantação da Casa da Mulher Brasileira de Campo Grande. Por ser uma referência na área social, Eloisa foi escolhida para ser gerente do Escritório do Programa das Nações Unidas (ONU) para o Desenvolvimento em Mato Grosso do Sul.

  • Qual será sua prioridade quando eleito?

Pedro Kemp: Saúde.  Vamos ampliar a rede de Atenção Básica em saúde, com mais equipes do Saúde da Família, clínicas da família, fortalecimento e reestruturação das UPAs, contratação de médicos e profissionais de saúde. Vamos investir na saúde preventiva, humanizar e melhorar a qualidade do atendimento em todas as áreas da saúde. • Ampliar a oferta de especialidades médicas e implantar a rede de exames e diagnósticos avançados nos centros regionais. Temos o compromisso de implantar o primeiro Hospital Municipal.  Campo Grande vai ter o seu primeiro Hospital Veterinário Gratuito e projetos de castração sistematizados.

  • Em 2021, no pós Covid, como pretende recuperar a economia em Campo Grande?

Pedro Kemp: Vamos implantar um programa arrojado para geração de empregos emergenciais e renovação do ciclo econômico da cidade. Vamos criar um programa de compras governamentais para fortalecer as microempresas, os MEIs e as empresas de pequeno e médio portes. Facilitar linhas de crédito especiais para micros e pequenos empreendedores, inclusive para jovens empreendedores, pequenas e médias empresas, fortalecendo o comércio dos bairros.  Descentralizar a merenda para que as escolas comprem diretamente do comércio e dos produtores dos bairros e dos distritos. Estabelecer plano de retomada de obras paralisadas e construção de novas EMEIs, praças, saneamento, unidades de saúde, habitação e enfrentamento dos alagamentos. Criar programas especiais de geração de empregos para jovens e mulheres, que são os mais afetados pela pandemia.

  • Em seu plano de Governo qual a proposta para os jovens e também para os idosos?

Pedro Kemp: Campo Grande será a cidade do respeito, da igualdade e da inclusão social com espaços para a Terceira Idade ter suas atividades intelectuais, artísticas e esportivas próximos ao local onde residem. Vamos aproveitar os nossos parques como o Jacques da Luz (Moreninhas), Ayrton Senna (Aero Rancho), Tarsila do Amaral (região do Vida Nova/Tarsila), Sóter e Parque das Nações Indígenas. Os programas de Saúde e habitacionais vão priorizar o público da melhor idade. E vamos trabalhar pela acessibilidade.

A juventude terá nas escolas as ações de acesso à cultura, esporte e lazer. Nos bairros, os parques receberão cuidado especial. Vamos ouvir o segmento e saber as demandas. Temos o compromisso de construir uma cidade que respeite todas as pessoas e combata todas as formas de discriminação. Vamos garantir espaços de participação de todos e todas na administração. • Vamos implementar políticas públicas que garantam direitos de jovens, idosos, mulheres, negros, indígenas, pessoas com deficiência e LGBTQIA+.

Teremos uma secretaria específica, a Secretaria Municipal de Cidadania e Direitos Humanos, visando promover ações que deem visibilidade às pautas e alcancem resultados efetivos  de forma a incidir sobre o debate público e ajudar a reduzir preconceitos e estereótipos e outras formas de violência, ampliando as atitudes de respeito e tolerância, e articulando a intersetorialidade das políticas públicas.

  • Na área cultural, castigada na Pandemia, qual será sua proposta?

Pedro Kemp: Vamos trabalhar ouvindo os produtores culturais e levando arte para todos os cantos da nossa Campo Grande.   A cultura é um direito e tem que ser priorizada com orçamento e muitas ações envolvendo todos os agentes. Criar o programa Cultura Viva, que vai garantir mais financiamento, incentivo e acesso às produções culturais, inclusive de artistas e grupos dos bairros. Concluir o Centro de Belas Artes e reformar e abrir as portas do Teatro do Paço. Implantar o Projeto Oficina de Talentos, criar o Programa Temporadas Populares da Cidade e implantar feiras literárias e de artesanato.

  • Como será o relacionamento de sua gestão com o Governo Estadual e com o Governo Federal?

Pedro Kemp: De diálogo e transparência para trabalhar pela nossa cidade. Com respeito e firmeza na construção de um projeto para Campo Grande que coloque em primeiro lugar a população e suas necessidades. Vamos terminar as mais de 20 obras abandonadas que juntas somam R$ 102 milhões sendo que a metade foram obras das EMEIs (Escolas Municipais de Educação Infantil). Temos uma fila de espera de 14 mil crianças e o número de pessoas que tentam sobreviver com até meio salário mínimo é de 238.399 pessoas, segundo dados do IBGE de 2018, ou seja, a situação deve ter ainda piorado.Vamos trabalhar muito.

 

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *