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O Assunto é Cinema celebra o terror de Stephen King e a diretora Laís Bodanzky

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Em tempos de isolamento em virtude da crise com o Covid-19, o programa O Assunto é Cinema com Clayton Sales passa a indicar produções dos serviços de streaming Netflix e Amazon Prime, além das eventuais resenhas de sempre sobre clássicos do cinema, trilhas sonoras e grandes diretores. O programa da Educativa 104.7 FM começa 10h30 podendo ser acompanhado pela rádio ou online pelo Portal da Educativa.

Entre os destaques do programa desta terça-feira (22/09) estão as análises do suspense “O Diabo de cada dia” do diretor Antonio Campos e do documentário nacional “O Barato de Iacanga”, dirigido por Thiago Mattar, ambas produções exclusivas do serviço de streaming Netflix. Clayton Sales ainda fala como o cinema adaptou as obras do aniversariante Stephen King e do cinema da brasileira Laís Bodanzky.

Um dos escritores mais bem sucedidos no mundo com impressionantes 400 milhões de cópias vendidas, Stephen King é também um dos autores mais adaptados ao cinema e TV. Stephen King nasceu no Maine, local de boa parte de suas histórias, em 21 de setembro de 1947. Ao longo dos mais de 40 anos de carreira, grandes diretores adaptaram sua obra: Brian de Palma com “Carrie: a Estranha” em 1976, Stanley Kubrick com “O Iluminado” em 1980, John Carpenter com Christine em 1983, são mais de 50 filmes baseados em textos de Stephen King.

Com forte influência do horror de H.P. Lovecraft e o universo criado em sua obra, Stephen King criou um universo ficcional que une alguns de seus maiores sucessos. A série “Torre Negra” integra vários de seus livros que se passam na maioria das vezes no Maine, na região da Nova Inglaterra nos Estados Unidos. Um exemplo é a entidade cósmica na forma de uma tartaruga que é brevemente descrita em “It: A Coisa”, ela reaparece na “Torre Negra”. Assim como Lovecraft criou um mito em torno de Cthulhu, King criou vários mitos compartilhados em seus livros.

Outra grande marca na formação do autor foi na juventude com os quadrinhos de terror da EC Comics, conhecidos no Brasil como “Contos da Cripta”, obra que chegou a virar série pela HBO nos anos 90 com roteiros adaptados pelo próprio Stephen King. Sua paixão pelas HQs de horror é tanta que ele adaptou o roteiro para o filme “Creepshow” de George Romero em 1982 e depois ainda lançou a adaptação em quadrinhos com texto dele próprio com arte do lendário Bernie Wrightson.

Poucos conhecem o autor Richard Bachman que nada mais é que um pseudônimo usado por Stephen King em vários de seus livros quando o autor decide experimentar ideias novas. Diz a lenda que como Bachman, Stephen King já vendeu roteiros por apenas U$1 como forma de incentivar novos diretores quando alguém decide adaptar algum livro de seu pseudônimo. Se a lenda é real, não se sabe. Um das adaptações de Richard Bachman é o longa “O Sobrevivente” de 1987 dirigido por Paul Michael Glaser e protagonizado por Arnold Schwarzenegger. Da próxima vez que ver um livro de Richard Bachman por aí, pode ter certeza que é uma criação de Stephen King.

Apesar de ser sempre associado ao terror, Stephen King já escreveu dramas emblemáticos como o que inspirou o filme “Conta Comigo”, dirigido por Rob Reiner em 1986. O longa adaptou o conto “O Outono da Inocência – O Corpo”, presente na coletânea “As Quatro Estações”. Outro exemplo é “Um Sonho de Liberdade” de Frank Darabont lançado em 1994, filme baseado na novela “Rita Hayworth and Shawshank Redemption” lançada em 1982 no mesmo livro “As Quatro Estações”.

Filha do cineasta Jorge Bodanzky, Laís Bodanzky nasceu em São Paulo em 23 de setembro de 1969 e seguiu a carreira como produtora, diretora e roteirista. A carreira no cinema veio depois de aulas de atuação com Antunes Filho – os bastidores acabando atraindo a jovem Laís Bodanzky que estreou na direção com o curta-metragem “Cartão Vermelho”, curta premiado que acabou selecionado para o New York Film Festival de 1995.

O reconhecimento no cinema se deu com o longa “Bicho de Sete Cabeças” em 2001, uma produção entre Brasil (Buriti Filmes, Dezenove e Gullane) e Itália (Fábrica Cinema – Marco Müller) que conquistou diversos prêmios e apresentou para o mundo o ator Rodrigo Santoro. “Como Nossos Pais”, seu quarto longa, teve a première no 67º Festival de Berlim (Panorama Special) de 2017, acabou sendo o filme mais premiado do Brasil naquele ano.

Laís Bodanzky ainda tem no currículo longas como “Chega de Saudade” (2007), uma coprodução com a França e o Canal Arte1, e “As Melhores Coisas do Mundo” (2010) que estreou no Festival de Roma.

Sintonize – Apresentado por Clayton Sales, o programa O Assunto é Cinema traz a trilha sonora da sétima arte para as ondas do rádio, e vai ao ar às terças e sextas-feiras, a partir das 10h30 às 12h, na Educativa 104.7 FM, podendo ser acompanhado também pelo Portal da Educativa. Siga o programa nas redes sociais: facebook / instagram

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