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25 de julho de 2024 - 06:54

II Encontro Fraternidade sem Fronteiras começa hoje na Capital

A Capital do Estado de Mato Grosso do Sul foi escolhida para sediar o II Encontro da Fraternidade sem Fronteiras, instituição que acolhe 12 mil crianças na África e desenvolve projetos sociais também no Brasil, entre os dias 20 e 23 de abril no Shopping Bosque dos Ipês. O encontro que vai unir nações, religiões e culturas para fortalecer o ideal e as ações de um movimento humanitário que cresce de forma surpreendente. 

A programação une palestras, apresentações artísticas, exposições e relatos sobre os projetos humanitários da ONG, que atualmente atua em Moçambique, Madagascar e Senegal, países localizados na região considerada a mais pobre do mundo, a África Subssaariana.

A organização estima reunir 2500 pessoas, entre voluntários e apoiadores da causa humanitária que sairão de muitos lugares do Brasil, e também dos Estados Unidos, Suíça, Itália, Portugal, Suécia e outros países. O evento vai contar com música, dança, poesia e bons exemplos, além é claro, de palestrantes reconhecidos internacionalmente.

Na noite de abertura do evento, jovens da periferia de Campo Grande vão se apresentar, tocando na Orquestra Filarmônica Jovem Emmanuel. O projeto é um sonho do maestro Orion Cruz que a Fraternidade abraçou para levar instrução e inspiração à vida de crianças e adolescentes. Depois da Orquestra, o fundador da obra social Mansão do Caminho, complexo educacional que já tirou 160 mil pessoas da miséria, Divaldo Franco, fará conferência sobre o tema central do Encontro. Divaldo conheceu a FSF e tornou-se apoiador da causa em 2016.

Vai ter também Yara e Eduardo, que decidiram deixar a “vida normal” para rodar o mundo à procura de ações positivas. Eles são “caçadores de bons exemplos” e vão contar o que têm visto de bom. O ator João Signorelli fará pequenas intervenções, ao longo da programação, encenando Gandhi, a Grande Alma (Mahatma), autor da mensagem tema do Encontro “seja você a mudança que quer ver no mundo”. Anamari Souza sempre gostou de escrever e, sem pretensões, um dia gravou e postou “Religare” nas redes sociais. Foi tanto sentido e graça que o vídeo fez do talento a profissão. Hoje ela se dedica exclusivamente à poesia. “Religare” inicia o diálogo inter-religioso na noite de sábado. Já o encerramento ficará nas mãos, ou melhor, nas palavras, do cearense Bráulio Bessa, que trará toda a simplicidade e delicadeza de suas poesias de cordel, em uma apresentação intitulada “A poesia que transforma”.

Nos três dias do evento, o público vai ouvir ainda os expositores e amigos da causa humanitária: Rossandro Klinjey, Andrei Moreira, Wellerson Santos, Irmã Aíla Pinheiro, Gilson Roberto, Décio Iandoli Junior, Roberto Lúcio e Wagner Moura – o fundador e presidente da ONG. Eles vão abordar temas que envolvem ciência, auto-conhecimento, caridade, espiritualidade e ações por um mundo melhor a partir da educação de si mesmo.

  Foi nas aldeias de Moçambique que a Fraternidade encontrou Especiosa, uma menina orfã de mãe, que sofria com a fome. Ela foi acolhida na primeira unidade de assistência da FSF, e tornou-se, em 2017, a primeira jovem universitária da Fraternidade. Esse ano, Luís, outro jovem acolhido ainda menino, também entrou para a faculdade. A boa notícia foi publicada recentemente nas redes sociais da ONG e comemorada com alegria por voluntários e padrinhos. Luís e Especiosa integram o grupo africano de jovens e monitores do projeto, que participarão do II Encontro, em Campo Grande.

De Madagascar, participará Patrick, o africano que coordena o Campo da Paz, centro de acolhimento da FSF que atende 4 mil pessoas, por dia, na cidade de Ambovombe, no sul da ilha, região que sofre com a fome e o não acesso a água potável – uma das piores crises humanitárias do mundo. Também de Madagascar, estará presente Danilo Farias, que deixou a vida de bailarino famoso na Itália para construir escola para as crianças no norte da ilha. A Fraternidade uniu-se ao sonho de educação de Danilo e além de ajudar a manter, está ampliando o projeto, construindo novas salas de aula.

Edmilson Neto, brasileiro, militar da reserva também deu vida a um sonho. Ele fundou em Dakar, a capital do mundo com maior número de crianças de rua, o Orfanato Chemin du Futur. Num período de grande necessidade de ajuda, encontrou a Fraternidade. O projeto hoje é mantido por padrinhos da FSF e oferece também capacitação profissional.

Da fronteira com o Brasil, a venezuelana Alba Marina, que coordena o centro de acolhimento da FSF para imigrantes venezuelanos, em Boa Vista. Alba, com a ajuda de voluntários da cidade e dos venezuelanos acolhidos, implementou no local um ambiente familiar, em que todos dividem responsabilidades e ganham forças para o recomeço.

Sem fronteiras também entre ciência e fraternidade. A médica Adriana Melo, pesquisadora que descobriu a relação entre o zika vírus e a microcefalia, vai relatar como prospera o tratamento das crianças no centro de atendimento integral, mantido com a ajuda dos padrinhos da FSF, em Campina Grande, na Paraíba.

O II Encontro da Fraternidade sem Fronteiras será no espaço para eventos do shopping Bosque dos Ipês e a inscrição pode ser feita pelo site  www.fraternidadesemfronteiras.org.br.

Informações e agendamento de entrevistas: imprensa@fraternidadesemfronteiras.org.br ou nos telefones: (67) 3028 5429; (67) 99874 1493; (67) 98132 9382 .

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