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Fiocruz testa em Campo Grande nova “arma” contra o mosquito da dengue

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Há pelo menos uma década o Brasil enfrenta uma tríplice epidemia do zika vírus, dengue e febre chikungunya. Em comum, essas doenças têm como vetor de transmissão o mosquito Aedes aegypti, inseto que está longe de ser exterminado, mas cujo controle está cada vez maior por conta de dois projetos promissores de biotecnologia: inoculação do inseto com uma bactéria que o impede de transmitir doenças tropicais, e através do uso de espécies manipuladas geneticamente.

O projeto Wolbachia, que já vinha sendo desenvolvido com a introdução de bactéria, agora tem uma nova experiência desenvolvida pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). O bairro Moreninhas, um dos mais populosos de Campo Grande, foi escolhido para desenvolver o novo método, que prevê a liberação de ovos e não do inseto já na fase adulta.

Na experiência inicial, o projeto Wolsbachia se baseia na liberação de mosquitos adultos, produzidos na biofábrica, instalada no Laboratório Central e liberados pela janela de um veículo nos bairros da Capital. Agora, o gerente de projetos da Fiocruz, Gabriel Silvestre, conta que a nova metodologia, já experimentada em países como Vietnã, Colômbia e México e iniciada recentemente na cidade pernambucana de Petrolina.

Saiba mais na reportagem de Zilda Vieira

 

  • Campo Grande é a primeira cidade do Centro-Oeste a receber o novo método e o bairro Moreninhas foi escolhido para ser o piloto da novidade. A inoculação impede que o Aedes Aegypti seja um vetor de dengue, zika e chikungnia. Por outro lado, o projeto da Fiocruz está na décima semana de liberação de mosquitos com wolbachia, iniciada em julho, em 10 bairros de Campo Grande.

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