plan cul gratuit - plan cul toulouse - voyance gratuite amour

Dia do Índio: Kadiwéus “abrem as portas” para II Festival Cultural no dia 21 de abril

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on telegram

Lideranças indígenas da Aldeia Alves de Barros, em Bodoquena, encaminharam ao governador Reinaldo Azambuja, ao secretário de Cultura e Cidadania do Estado, Athayde Nery e ao diretor-presidente da Fundação Estadual Luiz Chagas de Rádio e Televisão (Fertel), jornalista Bosco Martins convite para  participarem  do II Festival da Cultura Kadiwéu de Mato Grosso do Sul que acontece no dia 21 deste mês.

O evento é a maior festa da aldeia, que conta com cerca de 600 indígenas e tem como objetivo unir os povos em celebração, reforçando a cultura Kadiwéu. Segundo o cacique da tribo, Joel Vergílio, as comemorações começam no dia 19 de Abril, em alusão ao Dia do Índio e seguem até dia 21, com o grande festival.

“Queremos agradecer ao governador Reinaldo Azambuja pelo que tem feito por nossa região. Ele tem  dado manutenção nas nossas estradas na morraria sul, inclusive encurtando o acesso a nossa região através de Bodoquena de 70 para 50 km de distância”, explica a organizadora do evento e irmã do cacique, Benilda Vergílio.

Além dos jogos tradicionais e muita comida boa, durante o festival também será disponibilizado a Emissão da Carteira Nacional do Artesão e Trabalhador Manual, com apoio da Gerencia de Patrimônio Secretaria de Cultura e Cidadania, das 8 às 17 horas.

” Além de homenagem ao governador, teremos uma grande festa, com a comercialização de produtos como cerâmicas, cestas, arco e flecha, camisetas com grafismo Kadiwéu e também de comidas típicas. Não faltarão nossas   competições e jogos tradicionais, como arco e flecha, apresentação a cavalo, arremesso de lança e o concurso para eleger as mais belas Kadiwéus da aldeia, tanto adulto como criança”, detalha.

Descendes dos Guaicurus, a reserva indígena de Bodoquena pertence aos Kadwués desde a Guerra do Paraguai. Eles ganharam a área como recompensa por ter ajudado na defesa do território durante as batalhas.

Texto: Kemila Pellin – Portal da Educativa

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *