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13 de julho de 2024 - 15:19

Curso capacita detentas em penteado milenar muito procurado nos salões de beleza

Reeducandas do Estabelecimento Penal Feminino “Irmã Irma Zorzi” (EPFIIZ), na Capital, acabam de ser capacitadas no curso  de penteados,  modalidade tranças. A iniciativa integra as ações da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), visando à profissionalização e a elevação da autoestima da população em situação de prisão.

A trança é um penteado milenar adotado por muitas culturas.

Com carga horária de 24h,  o curso envolveu a participação de 10 internas e foi ministrado pela personal hair, Dirce Ramos,  colaboradora voluntária e parceira da Agepen, que também auxilia no Projeto de Confecção de Perucas no EPFIIZ, em convênio com a Rede Feminina de Combate ao Câncer. As reeducandas aprenderam vários tipos de trança, como embutida, espinha de peixe, grega, em forma de tiara, entre outras.

De acordo com a instrutora, a trança, que é um penteado milenar e adotado por muitas culturas, que, de um modo geral, é muito  procurado por mulheres em salões de beleza. Conforme Dirce, além da execução do penteado em si, as detentas também aprenderam como se iniciar um trabalho, com divulgação, propaganda e atendimento ao cliente.

Detentas tiveram curso com carga horária de 24h.

Para a diretora do EPFIIZ, Mari Jane Boleti Carrilho, “a capacitação é uma oportunidade imperdível que qualifica profissionalmente as custodiadas, o que poderá ser um meio de garantir renda lícita, ou mesmo complementar outros trabalhos na área de cuidados pessoais, já que os cursos de embelezamento são constantes na unidade prisional”.

O diretor presidente da Agepen, Aud de Oliveira Chaves, destaca a importância dos cursos nas unidades prisionais do Estado. “Entendemos que os cursos proporcionam muitos benefícios no ambiente prisional, pois leva ocupação produtiva e ajuda a capacitar profissionalmente nossas custodiadas, nelas incutindo também novos valores psicológicos e humanos, fatores que influenciam para o não retorno ao meio criminal”, enfatiza.

Texto e fotos: Keila Oliveira – Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen)

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