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Consumo de carne de animais silvestres causa danos ao meio ambiente e à saúde

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Tenente-coronel Ednilson Queiroz/PMA (Foto: Arquivo-Rede Educativa)

O consumo de carne de animais silvestres implica em dois problemas, segundo especialistas. Ao meio ambiente, em razão da predação da fauna, e à saúde humana, devido às zoonoses, doenças provocadas por vírus ou bactérias. Para falar sobre os aspectos da caça ilegal e consu mo não recomendável, o programa MS no Rádio da Educativa FM 104.7 entrevistou o biólogo e tenente-coronel Ednilson Queiroz, da Polícia Militar Ambiental. Ele ressalta que a caça de animais silvestres no Brasil é crime, que pode resultar em até um ano de prisão, além de multa e processo administrativo.

No caso da criação de espécies para abate, em cativeiro, como o caso do javali, que é um animal exótico e não faz parte da nossa fauna, é preciso se atentar às normas sanitárias. Já a carne retirada de animal na natureza implica não apenas no problema ambiental, mas esbarra também nos critérios sanitários. Segundo o tenente-coronel Queiroz, como hospedeiro de vírus e bactérias, animal criado em ambiente sem controle implica em riscos à saúde e uma das recomendações é ter cuidado no preparo e cozimento.

OUÇA A ENTREVISTA

 

  • A preocupação com protocolos sanitários ocorre porque, segundo o tenente, esses animais são potenciais transmissores de doenças para seres humanos. Quando ocorre o consumo de uma espécie retirada diretamente da natureza, o risco é grande. São vários os animais que transmitem doenças, como aves migratórias, a capivara (febre maculosa provocada pelo carrapato), o tatu (hanseníase), entre outros. De acordo com Ednilson Queiroz, muitos animais são vetores de doenças, daí a discussão em torno das teorias do surgimento do coronavírus, segundo as quais surgiu a partir do consumo, no mercado chinês, de animal nativo da região. Ele ressalva, no entanto, que apesar o risco grande de convivência com animais que avançam sobre as áreas urbanas, como a capivara, não se pode exagerar. O mais importante, segundo o tenente-coronel da PMA, é se armar de informação e orientação, tanto sobre os aspectos das restrições ambientais quanto em relação às questões sanitárias.

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