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Começa segunda fase da liberação de mosquito infectado com bactéria que combate a dengue

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Com o apoio da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e Sesau, o Método Wolbachia iniciou a partir desta segunda-feira (5), as liberações de Wolbitos, Aedes aegypti com Wolbachia, em dez bairros de Campo Grande que fazem parte da segunda fase de implantação do Método Wolbachia. Nesta fase serão contemplados os bairros: Taquarussu, Jacy, América, Jockey Club, Parati, Piratininga, Pioneiros, Alves Pereira, Los Angeles e Centro Oeste.

As liberações nos bairros da primeira fase em Campo Grande foram finalizadas na sexta-feira, 2, e o monitoramento do estabelecimento da Wolbachia, que já vem ocorrendo desde o primeiro mês de liberação, continuará por mais quatro meses, a fim de avaliar a proteção nesses locais. Este trabalho é realizado pelas equipes do município, utilizando a malha de ovitrampas – armadilhas.

O responsável pela implementação do método Wolbachia nos municípios brasileiros, Gabriel
Sylvestre, explica o que foi feito nesta primeira fase e quais bairros vão participar da segunda fase. Ouça reportagem de Zilda Vieira no programa MS no Rádio da Educativa FM 104.7

 

  • Wolbachia é um microrganismo intracelular presente em 60% dos insetos da natureza, mas que não estava presente no Aedes aegypti, e foi introduzida por pesquisadores do WMP, iniciativa global sem fins-lucrativos que trabalha para proteger a comunidade global das doenças transmitidas por mosquitos.
  • Em dezembro de 2020, a SES inaugurou a Biofábrica na sede do Laboratório Central de Mato Grosso do Sul (Lacen/MS) inaugurada com a missão de produzir Aedes aegypti com Wolbachia que irão ajudar na redução de casos de Dengue, Zika e Chikungunya no Estado. Sua capacidade de produção semanal é de um milhão e meio de mosquitos com Wolbachia.

Com informações de Rodson Lima, SES               

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